quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Último treinamento do ano na Seg.

Em nosso último treinamento deste ano na Seg, fizemos um treinamento 100% motivacional. Foi lindo! Finalizamos nosso dia de trabalho com a leitura deste texto:

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
Só você pode evitar que ela vá à falência.
Há muitas pessoas que precisam de você, que o admiram e torcem por você.
Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas ou relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no medo e amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso nem comemorar o sucesso, mas também refletir sobre a tristeza e aprender com os fracassos.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é obra do acaso, mas uma conquista sua!
Ser feliz é deixar de ser vítima de problemas e tornar-se o autor da sua própria história.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
É não ter medo de seus próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles o magoem.
Ser feliz, enfim, é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de você;
é ter maturidade para falar “errei”;
ter ousadia para dizer “perdão”;
ter sensibilidade para dizer “preciso de você”; e
ter a capacidade de dizer “eu te amo”.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz...
Que nas suas primaveras você seja amante da alegria, e nos seus invernos, seja amigo da sabedoria. É, quando você errar o caminho, recomece!
Assim você será cada vez mais apaixonado pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas...
usar as lágrimas para irrigar a tolerância;
usar as perdas para refinar a paciência;
usar as falhas para esculpir a serenidade;
usar a dor para lapidar o prazer;
usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de você.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, porque a vida é um espetáculo imperdível e você é um ser humano especial.

Autor desconhecido.
Beijos,
Renata Motta

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A vida tem dessas coisas...




A vida tem dessas coisas que não entendemos muito bem. Mas tenho a sensação que quando utilizamos algum recurso para fazer o bem, recebemos o retorno depois de um determinado tempo, muitas vezes inesperado. Aprendi com meu querido avô que viveu bem e feliz até os 101 anos que devemos fazer o bem sem olhar a quem. Tento praticar essa máxima durante a minha vida e sei que não é fácil, mas sinceramente eu tento.
É como se fosse um grande círculo, ou talvez capítulos como um grande relógio e a cada hora recebêssemos de volta tudo o que ofertamos. Pois é, esse preâmbulo todo para tentar explicar o que aconteceu hoje quando cheguei ao trabalho e encontrei sobre a minha mesa um envelope da associação Pintores com as bocas e os pés. Abri o envelope e tive uma grande alegria ao ver os cartões de Natal pintados por eles, e para minha grande surpresa um desses pintores chama-se Gonçalo Borges e aí que está a questão. No começo da minha carreira como consultora organizacional, não dispunha de muitas verbas para adquirir materiais de treinamento, e um dos poucos materiais que possuía era uma fita cassete com uma palestra do Gonçalo contando de toda a sua historia de superação, usei muito esse filme lindo. Ajudou-me muito. E hoje, dez anos depois a vida me oferece uma simples forma de retribuir toda essa ajuda comprando os cartões de natal pintados por eles. A vida é mesmo incrível! Não sei como encontraram o meu endereço, coincidência? Eu acho que não. Só posso agradecer a Deus por isso.
Quem tiver interesse em conhecer o trabalho deles o site da associação é http://www.apbp.com.br/

Beijos,

Renata Motta

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sua Marca inesquecível....

Por Jerônimo Mendes
Por que é tão difícil deixar uma marca? O que diferencia as pessoas bem-sucedidas das demais pessoas? O que levaria seus amigos e clientes a comprar aquilo que você oferece? Qual é o seu diferencial competitivo? Como você está construindo a sua marca pessoal?
Há mais de 400 anos, Miguel de Cervantes deixou registrado em seu clássico Dom Quixote: "Mais vale um bom nome do que muitas riquezas." Em versão um pouco diferente de Cervantes, Dale Carnegie, autor do best seller Como fazer amigos e influenciar pessoas, afirmou o seguinte: "O nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e mais importante que existe".
Significa dizer que o ativo mais importante de uma pessoa é o seu nome, aliado a uma boa reputação que proporciona relacionamentos saudáveis, satisfação pessoal e felicidade. É a sua marca pessoal.
Na prática, cada pessoa é uma marca, representada pelo seu nome, sua aparência e sua história pessoal. Essa marca é formada por uma série de características associadas à sua personalidade, interesses, atividades, amizades, família, aparência pessoal, ativos, capacidades e profissão.
Segundo Roberto Álvarez Del Blanco, autor de "Você: Marca Pessoal", sua marca irá afetar a percepção e influir em todos os seus relacionamentos e, cá entre nós, quem é quem não gosta de se relacionar com outras pessoas caracterizadas e reconhecidas como "boa" marca?
Cada vez que trocamos o nosso dinheiro por um produto ou serviço, seja ele qual for, depositamos toda confiança de que o valor recebido é proporcional ao que está sendo oferecido. Acreditamos naquela marca ou na pessoa por trás da marca, portanto, comprar também é um ato de fé.
Quando se trata de marca, vale a reflexão: a marca que você defende oferece valor? Você acredita piamente no produto ou no serviço que representa? Você recomendaria aos outros os produtos e os serviços da sua empresa? Você compraria os serviços que você oferece?
Para Del Blanco, a marca pessoal é o acúmulo de tudo o que a pessoa já fez, está fazendo ou irá realizar. Toda atividade, todo incidente, presença ou interação afetam a marca, portanto, quer a pessoa tenha consciência ou não, ela deixará o impacto em sua trajetória pessoal.
Da mesma forma, aos olhos do consumidor, a marca da sua empresa é o acúmulo de experiências relacionadas ao bom desempenho dos produtos e serviços que ela oferece, aliado a uma série de vantagens competitivas que o seu público é capaz de distinguir.
De acordo com Joaquim Lorente, publicitário espanhol, se você não penetrar nos cérebros das pessoas, se diluirá nas atmosferas. Em síntese, se você não estabelecer um posicionamento correto na mente do consumidor, jamais obterá sua aprovação.
Você pode ter o melhor discurso, a melhor aparência, o conhecimento específico, as melhores instalações e até mesmo o capital necessário para fazer o negócio decolar, mas se não criar valor na mente do consumidor, sua marca nunca terá a consistência necessária para prosperar.
Pense nas marcas de produtos que você gostaria de consumir ou até mesmo nas pessoas que você admira: Apple, Steve Jobs, Sony, Akio Morita, Honda, Soichiro Honda, Alfajores Havanna, Cacau Show, Kopenhagen, Ferrari, Montblanc, Victor Inox e tantos outros. Quanto valor agregado!
Por trás de um produto ou serviço admirável existe uma filosofia de vida, construída mediante o exercício de uma disciplina ferrenha que propiciou ideias e ações orientadas para a criação de valor ao consumidor. A marca é consequência direta das ações que você imprime para obter sucesso.
Para chegar aonde chegaram, o que prevaleceu ao longo da história foi a certeza das decisões corretas, ainda que para isso fosse necessário escutar muitos e ignorar todos, em momentos de absoluta solidão e desespero.
Ao longo da sua existência, de maneira correta ou equivocada, você vai construindo a sua marca pessoal. Você passa por momentos de plenitude e de dúvida, ciclos de euforia e de temor, altos e baixos, satisfação e contratempo. A sua marca é o somatório das suas experimentações, boas e ruins que, no fim da história, conquista uma posição na mente do público.
Você já esteja cansado de me ouvir falar, não custa lembrar outra vez a máxima de Jack Trout e Al Ries, em seu fantástico livro Posicionamento: a batalha por sua mente: "Quem quer ser tudo para todos, acaba não sendo nada".
Embora você tenha inúmeras competências ou habilidades, você será lembrado por apenas uma delas, a que for predominante na mente das pessoas, portanto, muito cuidado com o que diz, faz e escreve.
A estratégia de posicionamento da sua marca depende de uma série de respostas para as seguintes questões:
1 - O que você veio fazer no mundo?
2 - O que você tem a oferecer de bom para a sociedade? 
3 - qual é a imagem que você quer deixar quando for embora?
Se você sabe exatamente o que quer da vida (vocação), o que você pode oferecer de bom (valor) e como você gostaria de ser lembrado ao encerrar a jornada na Terra (legado), não há o que temer. Como diz o próprio Lorente, se você não oferecer o céu, nunca terá seguidores.
Por fim, lembre-se, nenhuma outra marca pessoal pode ocupar o seu lugar. Crie o seu próprio estilo de vida, único e perceptível para os outros, e saiba que o mais importante na caminhada não é saber onde você se encontra, mas em que direção você está movendo-se.
Pense nisso e seja feliz!

 Renata

Uma trufa...e muitas experiências...

Um dos livros que estava lendo chama-se uma trufa e 1000 lojas depois, de Alexandre Tadeu da Costa  fundador e hoje presidente da Cacau Show! Claro que devorei o livro, inexplicavelmente delicioso! A leitura te sabor de chocolate.
O Alexandre fala da história da sua empresa e claro da sua vida de forma apaixonante!
Como consultora e amante das empresas brasileiras, fiquei em estado de graça com o livro, vou comprar vários e presentear todos os meus amigos, pois além da trajetória da empresa o livro é uma lição de vida, empreendedorismo e sobre sonhos. Não dá para viver sem sonhos! 



A receita é simples: junte boa dose de objetivos, acrescente pitadas generosas de disciplina e inovação. Com os pés no chão, coloque na receita porções de novidades e reserve. Antes de colocar no forno, no entanto, não esqueça dos dois ingredientes fundamentais para a fórmula do sucesso: valorização das pessoas e muita, mas muita paixão.

Estes são os elementos apontados pelo empresário Alexandre Tadeu da Costa para explicar o sucesso de seu negócio, a Cacau Show. No intuito de compartilhar com o público a maneira pela qual ele transformou sua empresa na maior rede de chocolates finos do mundo, o empresário lançou o livro Uma trufa e... 1000 lojas depois! Publicado pela Editora Alaúde, o livro celebra, ainda, a abertura da loja número 1000 da rede.

Histórias de vida

Dividido em sete capítulos, o livro é permeado de histórias de vida do próprio empresário. “Iniciei a minha busca pela independência aos 13 anos, quando decidi trabalhar num posto de gasolina da Casa Verde, o bairro paulistano em que passei uma infância livre e feliz”, relembra ele, ressaltando suas origens humildes.

O grande marco da vida de Alexandre, no entanto, aconteceu na Páscoa de 1988, quando, aos 17 anos, ele resolveu revender chocolates. Logo no início de sua trajetória empreendedora ele conseguiu uma encomenda de 2 mil ovos de 50 gramas. Sua maior surpresa ao chegar com o pedido na fábrica foi que não havia possibilidade de produzir ovos com esse peso. Para honrar o compromisso assumido, resolveu produzir os ovos por conta própria, comprou a matéria-prima e contratou uma senhora que fazia chocolate caseiro. Após três dias, com jornadas de trabalho de 18 horas, o pedido foi entregue.

Beijos e boa leitura!

Renata

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Sete bilhões...

“Pequena filipina simboliza o ser humano de número sete bilhões
A recém-nascida foi celebrada no país e ilustra os desafios planetários de crescimento demográfico
Manila - A Ásia, onde vivem dois terços da população mundial, recebeu simbolicamente o ser humano número sete bilhões, uma pequena filipina de nome Danica cujo nascimento foi celebrado em Manila e ilustra os desafios planetários de crescimento demográfico.
O planeta atingiu a população de seis bilhões em 1999. Na ocasião, a ONU escolheu Adnan Nevic, um menino nascido em Sarajevo, como representante simbólico da marca. Desta vez, a ONU optou por não designar nenhuma criança com antecedência e vários países pretendiam reivindicar a efeméride.
Danica May Camacho, nascida no domingo, dois minutos antes da meia-noite, no José Fabella Memorial Hospital, um centro público da capital filipina, tem 2,5 quilos. Seus pais, Florante Camacho e Camille Dalura, foram felicitados por representantes das Nações Unidas.”
Esse é o texto que hoje encontramos na maioria dos sites e blogs. Mas fiquei pensando, o que realmente deseja a população mundial para este pequeno ser, o que desejamos deixar para ela? Fica a questão.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A leitura e o trabalho

Já ouvi várias vezes pessoas comentando do estranho hábito que alguns leitores têm de ler vários livros ao mesmo tempo. Eu particularmente acho estranho uma pessoa não ler. 
Sou leitora compulsiva, leio dois, três e até quatro livros durante um mesmo período. Quem gosta de novela, assiste diariamente a novela das seis, das sete e das oito? Ah! Agora tem das onze. Não dá no mesmo?
Uma das coisas que mais me fascinam na leitura é a liberdade de escolher onde desejo parar e se vou parar antes do final do livro. Já passei noites inteiras lendo um livro, é maravilhoso! 
Tenho por hábito, claro que sempre que possível, parar a leitura no final do capítulo, é engraçado, mas adquiri esse jeito e gosto dele.
Quem tem um livro por perto nunca está sozinho, vai se incomodar menos com as filas no banco, com o tempo que demora a chegar ao trabalho, de aguardar a namorada que está atrasada, ou o filho adolescente que não sai na hora combinada da balada.
Quem lê é mais criativo, escreve melhor, fala melhor, se destaca mais em um grupo de trabalho.
Enfim, quem lê é mais feliz!!! 


Renata