segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Sete bilhões...

“Pequena filipina simboliza o ser humano de número sete bilhões
A recém-nascida foi celebrada no país e ilustra os desafios planetários de crescimento demográfico
Manila - A Ásia, onde vivem dois terços da população mundial, recebeu simbolicamente o ser humano número sete bilhões, uma pequena filipina de nome Danica cujo nascimento foi celebrado em Manila e ilustra os desafios planetários de crescimento demográfico.
O planeta atingiu a população de seis bilhões em 1999. Na ocasião, a ONU escolheu Adnan Nevic, um menino nascido em Sarajevo, como representante simbólico da marca. Desta vez, a ONU optou por não designar nenhuma criança com antecedência e vários países pretendiam reivindicar a efeméride.
Danica May Camacho, nascida no domingo, dois minutos antes da meia-noite, no José Fabella Memorial Hospital, um centro público da capital filipina, tem 2,5 quilos. Seus pais, Florante Camacho e Camille Dalura, foram felicitados por representantes das Nações Unidas.”
Esse é o texto que hoje encontramos na maioria dos sites e blogs. Mas fiquei pensando, o que realmente deseja a população mundial para este pequeno ser, o que desejamos deixar para ela? Fica a questão.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A leitura e o trabalho

Já ouvi várias vezes pessoas comentando do estranho hábito que alguns leitores têm de ler vários livros ao mesmo tempo. Eu particularmente acho estranho uma pessoa não ler. 
Sou leitora compulsiva, leio dois, três e até quatro livros durante um mesmo período. Quem gosta de novela, assiste diariamente a novela das seis, das sete e das oito? Ah! Agora tem das onze. Não dá no mesmo?
Uma das coisas que mais me fascinam na leitura é a liberdade de escolher onde desejo parar e se vou parar antes do final do livro. Já passei noites inteiras lendo um livro, é maravilhoso! 
Tenho por hábito, claro que sempre que possível, parar a leitura no final do capítulo, é engraçado, mas adquiri esse jeito e gosto dele.
Quem tem um livro por perto nunca está sozinho, vai se incomodar menos com as filas no banco, com o tempo que demora a chegar ao trabalho, de aguardar a namorada que está atrasada, ou o filho adolescente que não sai na hora combinada da balada.
Quem lê é mais criativo, escreve melhor, fala melhor, se destaca mais em um grupo de trabalho.
Enfim, quem lê é mais feliz!!! 


Renata